Convidamos para uma matéria semanal, a pediatra Christine Tamar, que além de uma grande parceira é uma respeitada médica. Ela vai abordar assuntos diversos do mundo infantil, e para começar vamos falar sobre as arboviroses. 

Explorando um pouco as Arboviroses:

Ultimamente as doenças que mais estiveram em alta no Brasil são dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Doenças as quais são consideradas  infecciosas. Elas possuem sintomas bem similares, com isso trazendo uma grande dificuldade para diferenciação para leigos que não possuem conhecimento médico. 

Então com isso, por meio desse post iremos fazer esse esclarecimento. No entanto mesmo com esse esclarecimento é importante que procure um especialista para fazer as orientações coerentes para um diagnóstico completo.
Arboviroses são as doenças causadas pelos chamados arbovírus, que incluem o vírus da dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela. A classificação "arbovírus" engloba todos aqueles transmitidos por artrópodes, ou seja, insetos e aracnídeos (como aranhas e carrapatos).
Existem 545 espécies de arbovírus, sendo que 150 delas causam doenças em seres humanos. Apesar de a classificação arbovirose ser utilizada para classificar diversos tipos de vírus, como o mayaro, meningite e as encefalites virais, hoje a expressão tem sido mais usada para designar as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como o Zika vírus, febre chikungunya, dengue e febre amarela.

Tipos
Existem três famílias mais conhecidas de arbovírus e cada uma delas engloba causadores de, que têm semelhança em seu código genético e também nas suas proteínas base. Veja cada uma delas:

Flavivírus incluí as doenças do Aedes, como o Zika vírus, dengue e febre amarela, além de outras doenças, como a encefalite japonesa (transmitida pelos mosquitos do gênero Culex)
Togavírus - classificação da febre chikungunya e das encefalites equinas, como a do leste, oeste e venezuelana
Bunyavírus - classificação que incluí os hantavírus, causadores da febre hemorrágica.
Existem também as famílias reoviridae e rhabdooviridae, que causam mais infecções em animais.

Causas
As arboviroses são sempre causadas por vírus cujo principal transmissor é um artrópode (no caso um mosquito ou carrapato). O vírus da arbovirose é adquirido pelo vetor através do contato com um ser humano ou com um animal contaminado e é transmitido às pessoas durante a picada.
No entanto, dependendo da arbovirose, ela pode ter outras formas de transmissão secundária. Existem alguns relatos de arboviroses que se transmitem por transfusão sanguínea e vertical, de acordo com o Ministério da Saúde.

No caso do Zika vírus, por exemplo, essas duas formações extras de transmissão estão em estudo, assim como está sendo investigada a contaminação pelo sexo, saliva e amamentação, já que o arbovírus já foi isolado no sêmen, leite materno, saliva e urina.

De qualquer forma, o inseto ou carrapato é sempre o principal transmissor da doença, sendo que as outras formas sempre acabam sendo a minoria dos casos. Entretanto, ainda não há evidências fortes o bastante para se afirmar que esses são meios de transmissão válidos da doença. No entanto, ainda não há histórico de arbovírus pelo ar.

Um grande transmissor de arbovíroses atualmente é o mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue, Zika vírus, febre chikungunya e febre amarela. As três primeiras doenças estão em circulação no Brasil, por isso diversas medidas estão sendo tomadas para prevenir a ação do mosquito.
Sintomas de Arboviroses
Os sintomas das arboviroses variam muito, já que sua única característica em comum é o fato de serem transmitidos por artrópodes. No entanto, dentro das subclassificações das arboviroses, algumas costumam ter sintomas semelhantes. Por exemplo, dentro da família de flavivírus, temos a dengue, Zika vírus e febre chikungunya com sintomas bem parecidos, como por exemplo:

Febre
Dor de cabeça
Mal-estar
Dor nas articulações
Manchas vermelhas e erupções na pele
Náuseas e vômito.
O que muda é a intensidade de cada sintoma. A dor de cabeça costuma ser mais intensa na dengue, enquanto a dor nas articulações é mais intensa na febre chikungunya e o Zika vírus raramente apresenta febre ou outros sintomas mais característicos. Além disso, o Zika vírus pode ter como sintoma um quadro de conjuntivite sem secreção, ou seja, os olhos ficam inchados e vermelhos. Já a febre chikungunya apresenta dor intensa nas juntas, que pode até causar inchaço.

Essa diversidade dos sintomas ocorre porque os vírus são agrupados nessa família devido a semelhanças em seu DNA e proteínas. Algumas dessas similaridades os levam a ter sintomas parecidos, por ativarem os mesmos mecanismos do sistema imunológico, mas não são todas. Ou seja, nem todos os vírus dessas famílias têm as mesmas características relacionadas a sintomas iguais.

Na consulta médica:
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:
Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para arboviroses, algumas perguntas básicas incluem:
Quais são as possibilidades de tratamento?
Posso ter alguma complicação decorrente dessa arbovirose problema?
É importante eu me proteger de picadas de inseto depois de infectado por uma arbovirose?
Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

O diagnóstico das arboviroses é feito com exames genéticos, que identificam parcelas do material genético do arbovírus no sangue do paciente. Esses exames levam de três a quatro dias para ficarem prontos, mas só conseguem detectar o vírus enquanto ele ainda está circulante no organismo.
Além disso, durante o atendimento, o médico fará um exame físico para ver se os sintomas se relacionam mesmo a essas doenças e pedirá os exames conforme suas suspeitas.

Tratamento de Arboviroses
Não existem tratamentos específicos contra os vírus das arboviroses, principalmente quando falamos em dengue, Zika vírus e febre chikungunya. Isso porque todos eles costumam ter uma vida curta no organismo, causando infecções agudas. No máximo o médico pode indicar medicamentos para tratar os sintomas.
Além disso, pacientes com suspeita de dengue, Zika vírus ou febre chikungunya devem evitar medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância associada. Esses medicamentos têm efeito anticoagulante e podem causar sangramentos. Outros anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam) também devem ser evitados. O uso destas medicações pode aumentar o risco de sangramentos.
Complicações possíveis
Cada arbovirose pode causar complicações diferentes, de acordo com a ação de cada vírus no organismo. Veja as complicações das principais:

Complicações da Dengue
Entre as arboviroses mais comuns no Brasil, a dengue pode causar a síndrome de choque da dengue. Esta é sua complicação mais séria, se caracterizando por uma grande queda ou ausência de pressão arterial, acompanhado de inquietação, palidez e perda de consciência. Uma pessoa que sofreu choque por conta da dengue pode sofrer várias complicações neurológicas e cardiorrespiratórias, além de insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural. Além disso, a síndrome de choque da dengue não tratada pode levar a óbito.
Outras possíveis complicações da dengue incluem:
Convulsões febris em crianças pequenas
Desidratação grave
Sangramentos.
Complicações do Zika vírus
Já o Zika vírus está relacionado ao aparecimento da microcefalia e de outras complicações neurológicas no feto, quando contamina gestantes. O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde já admitiram uma relação entre o Zika vírus e a microcefalia, apesar de não saberem ao certo como essa relação funciona.
Além disso, muitas pessoas contaminadas cm o Zika vírus desenvolveram algum tempo depois a Síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico do corpo ataca parte do próprio sistema nervoso por engano. Isso leva à inflamação dos nervos, que provoca fraqueza muscular.

Complicações da febre chikungunya
A febre chikungunya também já foi relacionada a uma complicação. É um quadro chamado miosite, uma inflamação nos músculos que pode causar fraqueza, dores musculares e problemas respiratórios, que pode inclusive levar ao óbito se não for tratada adequadamente.

Prevenção
Como a maior forma de transmissão das arboviroses é o contato com o artrópode vetor (que pode ser um inseto, como os mosquitos, ou um carrapato). Portanto, a melhor forma de evitar essas doenças é evitando o contato com o seu transmissor.
No Brasil, as arboviroses circulantes são as transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Existem dois tipos de atitude importantes para evitá-lo: prevenir a picada e impedi-lo de se reproduzir.

Para prevenir a picada, veja as melhores atitudes:

Use repelente industrializados ele tem substâncias que impedem a aproximação do mosquito, evitando a picada. Mas tome cuidado com os repelentes naturais, já que sua duração e eficácia não são garantidas
Prefira roupas longas - as roupas servem como uma barreira para o mosquito, que só pica em regiões de pele exposta
Evite roupas coloridas e perfumes - os mosquitos são atraídos pelas cores e pelos perfumes
Use telas e mosquiteiros - elas impedem a entrada de mosquitos em casa e também que mosquitos que já estejam dentro ataquem durante a noite
Entenda os hábitos do Aedes - o mosquito circula ativamente no começo da manhã e no final da tarde. No entanto, se houver um criadouro dentro de casa, eles podem atacar a qualquer momento, por serem predadores oportunistas, ou seja, que se alimentam sempre que tem oportunidade.
A melhor forma de evitar criadouros do mosquito Aedes é evitando locais de acúmulo de água parada nas residências. Para tanto, há uma série de atitudes que podem ser tomadas:

1.Mantenha a caixa d’água deve estar sempre limpa e bem fechada
2.Nunca deixe a água da chuva acumulada sobre lajes e calhas, que devem ser limpas periodicamente
3.Guarde os pneus cobertos e sempre entregue os velhos para o serviço de limpeza
4.Mantenha todos os utensílios que ficam com água parada, como garrafas, limpos e bem fechados, ou guardados com a boca para baixo
5.Limpe os ralos com frequência ou apenas jogue desinfetante para impedir que a possível água acumulada
6.Troque sempre a água do bebedouro dos animais, lavando o recipiente
7.Coloque areia nos pratos dos vasos de plantas ou elimine-os
8.Sempre troque a água dos vasos de plantas aquáticas.

Christine Tamar
Pediatra e Pneumologista infantil
Mestre em Pediatria pela UFF
MBA em gestão de saúde pela COPPEAD - UFRJ
Coordenadora do serviço de pediatria do CHN



O que são as arboviroses?

by on fevereiro 26, 2018
Convidamos para uma matéria semanal, a pediatra  Christine Tamar, que além de uma grande parceira é uma respeitada médica. Ela vai abordar a...

Eu achava que isso era uma coisa impossível. Mesmo sendo enfermeira, achava que depressão pós parto era aquela doença dos livros, que as mães queriam ficar longe das crianças e que a família tinha que ficar ao lado, porque do contrário a mãe poderia fazer alguma coisa de errado.
Quanta história, não? Passei por tantos problemas na gestação, problemas de saúde mesmo, que faltando aproximadamente dois meses e meio para o nascimento do Bento, mergulhei numa tristeza sem fim. Uma sensação muito estranha de desesperança, uma tristeza sem motivo aparente, pensamentos ruins e um choro que sempe vinha ao entardecer. Achei que era passageiro, mas não foi. Demorava algumas semanas até que conversei com minha obstetra (que amo e respeito demais) e procurei ajuda psiquiátrica. Fui diagnosticada com depressão e um transtorno de ansiedade. Tinha indicação para tratamento medicamentoso, seguro para mim e para o Bento, com prescrição do psiquiátra e da obstetra. Pensei comigo, agora vai ficar tudo bem, até ler a bula do remédio. Apesar de todo respaldo científico, optei por não iniciar tratamento medicamentoso. É isso mesmo!! Resolvi segurar com muita oração e concentração até o parto. Contei com minha família e com uma amiga muito fiél, a Cláudia, que me levou por caminhos religiosos maravilhosos. Bom, se você me perguntar, eu direi que o tratamento medicamentoso para depressão antes do parto, quando bem prescrito, tem todo respaldo, mas é importante que cada um tome sua decisão. Eu optei por não iniciar.
Sinceramente achava que após o nascimento do Bento tudo ia melhorar. Minha obstetra dizia, Hamanda vai piorar. O desequilíbrio hormonal é grande e isso pode piorar até porque imaginamos aquela cena linda de pós parto em casa com roupas esvoaçantes e não é bem assim, não é mesmo? Após o nascimento do Bento piorei muito, tinha dificuldade para amamentar, chorava bastante e com quarenta dias de pós parto iniciei tratamento medicamentoso. Com toda fraqueza do mundo, com vinte dias eu era outra mãe, outra mulher. Forte, inteira para cuidar do meu filho. Continuei o tratamento por nove meses e depois interrompemos, sem nenhum problema inclusive para amamentar.
A melhor coisa que eu fiz na vida foi encarar o problema de frente, sem preconceitos e buscar a melhor ajuda profissional possível. Isso é fundamental.
Se você, mamãe, se sente assim, entenda que é muito normal e pode acontecer com a gente. Encare sem preconceitos e tenha no coração que o mais importante é que você se sinta bem para cuidar do maior amor da sua vida, seu filho.
Esse foi um relato verdadeiro e do coração.

Dúvidas? Mande pra mim.

Esse ano optamos por um carnaval bem diferente dos anteriores. Gostamos muito de uma bagunça e agitação, mas esse ano escolhemos estar próximos a natureza, aumentar nossa proximidade, respirar ar puro, ouvir o barulho da água da cachoeira, sentir a brisa da noite, ver um céu bem estrelado. Foi uma experiência única estar bem próxima do Bento e estar tão próxima da natureza.
Escolhemos um condomínio de casas particulares em Petrópolis, Villarejo das Cachoeiras, um verdadeiro paraíso. Conseguimos tomar café da manhã todos os dias juntos, passear de mãos dadas, tomar banho na piscina de água natural, ouvir os pássaros. Vimos até um tucano. De tudo o que eu li sobre crianças e natureza, uma das coisas que mais me chamou atenção é que crianças que tem contato com a natureza, são mais criativas e conseguem se sair de situações diferentes com mais facilidade.
Além de tudo isso, eu levei meus pais e o Bento esteve com os avós por cinco dias e como foi importante tudo isso, esse convívio, as brincadeiras no meio da sala.
Não escolher um destino convencional como praias, por exemplo, pode ser uma experiência incrível para passeios com crianças. São lugares que não estão muito cheios e são igualmente maravilhosos. Petrópolis por exemplo, nosso destino dessa vez, ainda tem uma linda opção de passeio que é o castelo de Itaipava, que fica em Itaipava distrito de Petrópolis. Lugar lindo, com dois restaurantes e uma opção certeira de passeio tanto para adultos como para crianças.
Outra questão super bem vinda, foi a não conexão com a Internet. Aproveitamos para desconectar um pouco, fazer um detox virtual, e se conectar com quem estava no passeio. Se nunca experimentou, deixo aqui a sugestão.
Se você tiverem perguntas, me enviem, que eu respondo.
E assim que tiverem oportunidade, se escondam no meio do mato com os pequenos e vivam uma experiência dessas. Não vão se arrepender!

Carnaval em Petrópolis

by on fevereiro 17, 2018
Esse ano optamos por um carnaval bem diferente dos anteriores. Gostamos muito de uma bagunça e agitação, mas esse ano escolhemos estar próxi...

No mês passado, visitamos o hotel fazenda Cascatinha, com toda a turma da escola do Bento e vou contar aqui pra vocês um pouquinho de como é o hotel e de como ele funciona para as crianças!
O Cascatinha é, desde 1991, um típico Hotel Fazenda que oferece ambiente bucólico, familiar e acolhedor, rural e aconchegantemente caseiro, mas com o conforto, diversão e tranquilidade.
Localizado numa bela fazenda no sul do Estado, há apenas cerca de 120 Km do centro do Rio de Janeiro, na região do Vale do Paraíba (da época do antigo Império de Café), estas terras estão na mesma família desde os anos 60, e por duas décadas serviu para o deleite de poucos privilegiados.
A idéia dos proprietários empreendedores do Hotel era estender a arte do bem receber, até então praticada somente com amigos e familiares, ao máximo de pessoas. Sempre com a intenção de oferecer a oportunidade de desfrutar dos encantos naturais deste tão especial local, como a cachoeira, a mata nativa, o ar puro, o gorgeio dos pássaros, a paz e o bem estar que a bela propriedade favorece!
Atualmente, contam com 50 confortáveis acomodações e uma variada infra-estrutura de lazer e serviços, elaborada carinhosamente ao longo destes anos para melhor atender os hóspedes, seja ele de lazer, corporativo, escolar ou outros. E o melhor, isso tudo está bem pertinho do Rio!
Fizemos em mais ou menos duas horas de viagem e foi uma viagem bem tranquila. Chegamos ao hotel sexta a noitinha e fomos bem recebidos já com um jantar quentinho. Opções de refeições para crianças e adultos em  um refeitório amplo e arejado.
Logo após o jantar as crianças resolveram brincar no espaço Kids chamado celeiro de brincadeiras, local confortável e muito organizado, com monitores onde as crianças deixaram a imaginação correr livre. Um lugar realmente lindo, com espaço baby, mercadinho, cozinha, casa de bonecas, camarim, TV e vídeo, posto de gasolina e espaço para desenhos e pinturas.
Bom, na sequência ainda fomos para um pequeno ponto aconchegante, como se fosse um bar, onde nos reunimos, batemos bapo e ainda saboreamos uma sopa quentinha. Todos para cama.
Dia seguinte, todos bem cedo fora da cama, café da manhã de 07:30 às 09:30h, com uma variedade bem grande de elementos e para todos os gostos. As crianças se alimentaram muito bem. Após o café da manhã, fomos para o passeio na fazenda. Apresentamos as crianças os animais, eles puderam alimentar, olhar de perto e entender um pouquinho da vida dos bichinhos. Tiveram a oportunidade inclusive de brincar com um cabrito solto. Foi uma grande diversão. Momentos de grandes descobertas. Próxima a fazenda, uma cachoeira fenomenal com piscina natural pra se refrescar e renovar as energias.
Parada para o almoço e novamente uma boa surpresa. Uma comida caseira e bem feita. As crianças se alimentaram bem.
A tarde as crianças aproveitaram a piscina e o parque de madeira, além da grande área verde e espaço pra correr.
Ficamos em chalés próximos a sede, eram simples mas bem equipados com ar condicionado, chuveiro com água quente, roupas limpas. Tudo limpo.
Domingo, dia novo, e as atividades não acabaram. As crianças andaram de charrete, andaram no pônei e fomos ao lago dar uma super volta de pedalinho e tirolesa. Uma super manhã!
Logo já era hora de se despedir dos amigos e desse super fim de semana!
Gostamos muito do hotel fazenda Cascatinha e achamos que é um bom custo benefício! Lugar lindo e aconchegante!
Tem dúvidas!?
Manda pra gente

Hotel fazenda Cascatinha

by on fevereiro 06, 2018
No mês passado, visitamos o hotel fazenda Cascatinha, com toda a turma da escola do Bento e vou contar aqui pra vocês um pouquinho de como é...